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Série 2 – Arcade – Monitor, Marquee e Porta

Neste vídeo tratamos do monitor, marquee e porta de ambas arcades.

O Luís começa por cortar um pedaço de acrílico branco fosco para encaixar nas ranhuras já efectuadas no topo da sua arcade e fica contente com o resultado. Enquanto aguardamos que o suporte do monitor da arcade do Sérgio fique completamente colado e também os suportes da placa das colunas da arcade do Luís, passamos à preparação do suporte do monitor.

Este suporte baseia-se em duas pequenas esquinas em “L” que são presas à lateral da arcade com recurso a parafusos embebidos. O furo para estes parafusos pode ser efectuado de duas formas; com duas brocas, uma à medida do parafuso e outra maior, de forma a desbastar o material para que a cabeça do parafuso fique escondida. A outra forma é usar uma broca de escarear que facilita imenso, embora não seja essencial para o efeito.

Para segurar estas esquinas, o uso de anilhas torna-se essencial e totalmente necessário, daí a “alembradura” em todas as câmaras. Uma piada em várias formas e feitios.

Terminando todos os furos e colocando os parafusos no suporte do monitor, o Luís testa a montagem, com toda a confiança, utilizando a gravidade para validar que está devidamente seguro. Basta agora dar mais uma lixadela e preparar para a aplicação de mais uma camada de primário para ficar quase terminado.

O suporte do monitor da arcade do Sérgio segue o mesmo princípio de usar as furações VESA, alterando apenas na utilização de umas pequenas borrachas entre a placa de madeira e o monitor, o que vai permitir um ajuste mais perfeito para o alinhamento do monitor com a área de jogo.

O passo seguinte é a furação na madeira que suporta as colunas da arcade do Sérgio. Ao contrário da arcade do Luís que tem apenas dois furos quadrados, o Sérgio vai optar por fazer uma matriz de furos em grelha.

Passamos depois ao assunto da porta traseira, o Luís já tinha colocado uma madeira na parte de baixo, deixando espaço para ventilação passiva, sendo que é também nessa madeira que irá ficar a ficha para alimentação, juntamente com o botão de power para toda a arcade.

A porta propriamente dita é apenas uma tábua que ficará segura com recurso a duas dobradiças e uma fechadura simples. A escolha do Sérgio vai também no mesmo sentido, ter uma parte fixa onde terá as fixações de todas as cablagens que necessitem de ser acessíveis pelo exterior.

Para finalizar este episódio, fiquem com um dos nossos momentos ZEN.

 

 

 

 

 

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Série 2 – Arcade – Área de jogo

Neste episódio tratamos da área de jogo da arcade do Sérgio.

O Nuno e o Sérgio completam a montagem da arcade do Sérgio seguindo os planos originais da Weecade, enquanto o Luís trata da furação para os botões e joystick da sua área de jogo.

Como já é “norma” a escolha do posicionamento do joystick e dos botões na arcade do Luís segue o formato ad-hoc enquanto que o Sérgio descreve os mais variados layouts existentes e explica como chegou ao seu favorito. Estes layouts podem ser obtidos neste link, onde se pode ver em detalhe cada layout, incluindo a sua origem.

O Sérgio decidiu que os botões frontais devem ficar alinhados à direita, simplificando o acesso. Basta deslocar a mão direita dos botões da área de jogo para o painel frontal.

A forma mais simples de proceder à furação dos botões passa por usar uma broca pequena (usámos uma de 3mm) para fazer o furo “piloto”, mudando depois para a broca que vai abrir o furo final (o template do layout pode ser retirado assim que sejam feitos os furos piloto). Para o furo do joystick usamos uma broca de 16mm e para os botões uma broca de 28mm.

O Nuno Correia faz a maioria dos furos usando o berbequim vertical, depois o Luís faz os restantes furos manualmente, tanto na área de jogo como os dois do painel frontal (para este episódio só foi filmado o furo do oitavo botão da área de jogo).

Após termos feito os furos todos passamos à montagem provisória dos botões e do joystick. Para o joystick usamos os seis furos disponíveis na chapa metálica com parafusos auto-roscantes que aparafusam pela parte inferior da área de jogo.

A escolha de segurar o joystick por baixo é puramente estética e no caso de ficar danificada, podemos usar parafusos que atravessam toda a madeira. Esta foi a escolha do Luís para a sua área de jogo.

Relativamente à instalação dos botões, temos apenas que ter cuidado com a orientação pois os micro-switches e fios respectivos, não devem interferir com os restantes switches na área de jogo e também com fios ou restante material no interior da arcade.

A área de jogo deve ficar montada de forma a poder ser substituida, permitindo também o acesso para manutenção na zona inferior da arcade.

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Série 2 – Arcade – Montagem

Neste episódio iniciamos a montagem da arcade do Luís.

Depois de termos todos os painéis cortados e com a primeira camada de primário, chega finalmente a altura de montar tudo para que a arcade comece a ter um aspecto mais definitivo.

Continuando com o tema da build experimental, nenhum de nós tem a certeza de como será a melhor forma de proceder à montagem, pelo que resta mesmo iniciar por um dos lados.

O Sérgio está presente para aprender e tentar evitar os erros cometidos nesta montagem para que não aconteça na dele. 🙂

Damos inicio à montagem propriamente dita usando cola de madeira entre os painéis e as ripas de suporte, com pregos (e não parafusos) pois a madeira é bastante fina. A madeira (MDF) que o Luís está a usar tem problemas de húmidade o que dificulta o pregar.

E agora que temos uma lateral presa aos vários painéis, podemos finalizar colando e pregando a outra lateral, dando assim forma ao corpo da arcade.

No caso da arcade do Luís o “marquee” será em acrílico branco fosco e ficará colocado na arcade graças a uns rasgos que foram feitos nas laterais e será apoiado pelo painel que tem as colunas.

Podemos também começar a planear a localização do joystick e botões, com o Sérgio a juntar-se para apreciar o final da montagem.

 

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Série 2 – Arcade – Considerações sobre Software e Som

Enquanto pintamos os restantes painéis da arcade do Luís, discutimos algumas considerações do software a utilizar.

Após termos cortado o painel inferior e a porta traseira para a arcade do Luís, procedemos à aplicação de primário mas mesmas. Enquanto estamos literalmente a ver a “tinta a secar”, ponderamos sobre as várias hipoteses à nossa disposição para qual o software emulador que iremos usar.

AVISO: Este artigo contém conteúdo de teor bastante técnico

 

Para que a arcade funcione, necessitamos duas peças fundamentais de software, um emulador e um “frontend”. O emulador é o programa que reproduz o funcionamento da máquina de jogos (emulação de hardware). O frontend é o interface de utilizador que nos permite escolher o tipo de máquina e o jogo propriamente dito.

Quer escolhamos um PC ou um RaspberryPi, haverá sempre um sistema operativo a funcionar. Num PC, podemos escolher desde MS-DOS, Windows (quase qualquer versão) ou Linux. Para o RaspberryPi existem distribuições Linux, sendo que a mais utilizada é o Raspbian. Não vale a pena pensarem em usar a versão Windows 10 para o RaspberryPi. Não é uma plataforma utilizável para este fim.

Começando por falar dos emuladores, diriamos que existe um para cada tipo de categoria de máquina. Com o poder computacional dos processadores actuais, é possível emular por software uma extensa gama de equipamentos.

Um dos mais antigos é o MAME (multiple machine arcade emulator), cujo projecto existe desde 1997 (baseado em MS-DOS) e que actualmente segundo a página do projecto, suporta mais de 7000 “ROM sets” em que existem perto de 3910 jogos únicos. Este emulador tenta reproduzir em formato digital o hardware e software das máquinas Arcade, tão famosas nos anos 80 e 90.

Neste site existe uma vasta colecção de links para projectos que emulam diversos tipos de consolas, em vários estados de funcionamento. Neste momento é praticamente impossível ir testar um a um pelo que deixamos este exercício à vossa disposição. De ter em conta que os emuladores podem estar apenas disponíveis para um sistema operativo e que isso pode limitar a utilização num RaspberryPi.

Cada emulador tem o seu próprio interface, ainda que muitas vezes seja apenas por linha de comandos. É esta a principal razão pela qual foram aparecendo os software de gestão do interface com o utilizador, o chamado “frontend”. Quando ligamos a nossa arcade, é este o software que fica a correr a seguir ao arranque do sistema operativo.

EmulationStation (ES) é um dos frontends  com um aspecto bastante cuidade e que tem sido a escolha da comunidade. Na data de publicação deste artigo, está disponível para Windows, Raspberry Pi, Debian e Arch ou ainda em source code.

Este frontend está muito virado para a gestão da emulação de consolas mais antigas e como tal requer a utilização de um comando para “navegar” no interface. Neste momento, (na opinião do Luís), o maior contra é que as configurações efectuadas na atribuição de botões e joysticks no interface do ES não são copiadas para cada um dos emuladores. Durante a fase de prototipagem que o Luís esteve a fazer, em certos emuladores não era possível a perfeita integração dos botões escolhidos o que acaba por por em casa a utilização deste frontend.

Partindo do pressuposto que vamos usar um RaspberryPi, existem algumas distribuições Linux já preparadas para serem utilizadas sem grandes configurações. Uma delas é o RetroPie, um projecto que combina (entre outros) RetroArch, EmulationStation e que tem imagens do cartão SD prontas a ser transferidas.

Existem neste momento (Junho de 2016) duas versões, uma para o RaspberryPi zero e 1, outra para o RaspberryPi 2 e 3 (as versões dependem apenas do tipo de processador utilizado).

O Luís vai usar um PC com o emulador MAME (multiple machine arcade emulator). Como este emulador não tem um interface muito intuitivo para o utilizador e face às questões encontradas com o ES, o Luís ainda não tomou uma decisão final sobre o assunto. Na pior das hipóteses irá usar apenas o interface do MAME.

Para a arcade do Sérgio, vamos desmontar umas colunas e usar toda a electrónica. Discutimos qual será a melhor forma de colocar os dois altifalantes na placa que vai ficar por baixo do “marquee” e logo acima do ecrã.

Ao desmontar as colunas, o Nuno sugere que se use um iman para “agarrar” os parafusos. Não os iremos reutilizar mas é sempre uma forma de os mantermos juntos.

Como as colunas já têm uns anos, a melhor forma de retirar o altifalante do plástico é dar umas pancadas do lado oposto pois normalmente a cola já está seca e acaba por partir.

Noutros modelos de colunas, o altifalante pode estar preso com parafusos. Estas colunas são amplificadas pelo que temos que retirar todos os componentes que iremos reutilizar.

Há diversas formas colocar os altifalantes na madeira de forma a que o som seja claro. Dado ao formato generoso do diafragma que o altifalante tem, o Luís sugere várias formas de montagem e o Nuno sugere que se faça um conjunto de furos em padrão grelha.

O Luís sugere também que o controlo de volume deve ser mais físico e acessível do exterior pois os altifalantes são relativamente potentes para o som que a arcade irá ter. O controle de volume pode ser também feito por software através de combinação de teclas.

 

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Apresentação do projecto SparroWatch

O SparroWatch é uma rede de sensores sem fios para salvar as nossas florestas, construída pelo OOZ Labs e será apresentada na Maker Faire Lisboa.

São ninhos de pássaros completamente autónomos, capazes de comunicar entre si e alimentados por paineis de energia solar. Os sensores de temperatura e de humidade apresentam os dados num site onde as equipas de protecção florestal podem agir para prevenir os fogos ou detectar incêndios em curso com uma margem de erro de alguns metros. A tecnologia utilizada já existe e está disponível a qualquer pessoa que queira construir já o seu Sparrow Nest.

Estes ninhos estão interligados numa rede em malha, sendo que um ou mais nós desta rede em malha estarão ao alcance de um ponto de acesso que permite o envio de todos os dados recolhidos para um serviço na nuvem (cloud computing).

O uso desta tecnologia era possivel sem a utilização de ninhos, porém os ninhos têm a vantagem de apoiar a nidificação e observação de animais.

A análise dos dados recolhidos é efectuada em tempo quase-real por um sistema informático ainda em desenvolvimento que tratará de processar os dados de forma a poder enviar avisos de potenciais situações de perigo às entidades responsáveis.

Durante a feira teremos um dashboard que mostra valores dos diversos ninhos espalhados pelo recinto da Maker Faire Lisboa 2016. Já temos software disponível no nosso repositório no Github, e continuamos a desenvolver a solução.

Podem obter aqui o Press Release do projecto, amavelmente preparado pela Daniela Azevedo.

Juntamos fotos de alguns protótipos dos ninhos que irão estar presentes na feira.

 

Casinha com dois painéis solares

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Série 2 – Arcade – Ripas de Suporte (e Quadrados ao Comprido)

Neste vídeo, todos tratam de cortar e colocar as ripas de suporte.

Apesar de termos referido inicialmente que iríamos usar ferramentas mais comuns, decidimos usar outra “powertool”, apenas para acelerar o processo de corte das (muitas) ripas de suporte.

De notar que todo o processo pode ser efectuado com recurso a um serrote manual. Apenas dará mais trabalho e demorará mais tempo, sendo que alguns cortes com ângulo ficam facilitados pela ferramenta.

Para simplificar o trabalho, e dado que vamos colocar as ripas dos dois lados, vamos cortar ripas aos pares. Isto resolve eventuais problemas no caso dos cortes com ângulo.

Independentemente do tipo de serra que se use para o corte, há que ter em conta que a serra vai sempre “comer” um pouco de madeira em cada corte.

Por isso, não devemos comprar a madeira ao milímetro, corremos o risco de nos faltar material… e não esquecer: “medir duas vezes, cortar uma”.

Passamos à forma de como seguramos as ripas às laterais, para tal podemos usar parafusos ou pregos. Se usarmos parafusos, devemos fazer um furo na ripa para que ela não abra uma lasca e aparafusamos a ripa na lateral (de dentro para “fora”). Se escolhermos o prego, iremos pregar a lateral à ripa (de fora para dentro).

Em qualquer das duas escolhas, usamos cola de madeira para garantir que tudo fica bem unido. Colocamos um bom bocado de cola, posicionamos firmemente a ripa na lateral, fazendo um pequeno movimento para que a cola espalhe.

É boa ideia recorrer a uma ripa de igual espessura da lateral para alinhar a ripa. Depois de termos tudo no sitio, seguramos o conjunto com fita de pintor, damos meia volta e usamos dois pregos (na arcade do Luís vamos usar pregos).

Tendo todas as ripas coladas podemos passar à próxima fase, a da aplicação do primário.

Antes de iniciarmos a pintura das madeiras devemos misturar a tinta. Apesar de existirem ferramentas para facilitar esta tarefa, o Luís gosta de usar uma chave sextavada em ‘L’. Este processo faz com que a tinta fique com um aspecto mais sedoso e uniforme.

Outro truque, para quem não é profissional (ou quando não usamos um tabuleiro de pintura), passa por colocar um pedaço de fita de pintor na borda da lata para ajudar a escorrer a tinta em excesso no pincel. Posto isto, basta aplicar uma boa camada de primário em todos os painéis.

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Série 2 – Arcade – Decisões e Detalhes do Armário da Arcade do Sérgio

Neste vídeo, o Nuno e o Sérgio discutem algumas decisões e detalhes na construção da arcade do Sérgio.

Após termos cortado as laterais segundo a nossa adaptação dos planos disponibilizados no site WeeCade, resta agora tomar algumas decisões sobre como juntar as restantes partes. Há que ter em conta os ângulos da zona de jogo e painel frontal, que vão condicionar a colocação das ripas de suporte.

Para marcar o espaço ocupado pela lateral, usamos um truque que o nosso amigo Fernando Afonso nos ensinou e que passa por usar um paquímetro para “traçar” a madeira à medida pretendida. Em alternativa, o Nuno Correia mostra como se pode fazer “à moda antiga” usando apenas um lápis e o dedo.

Ainda não houve decisão sobre a porta traseira pois vamos depender da colocação ou não da mainboard na própria porta. Há que prever que a colocação das ripas internas vai condicionar a instalação dos restantes componentes internos.

Em relação à área de jogo, as ripas de suporte não irão complicar a instalação porque, apesar do Sérgio ter escolhido um conjunto completo de comandos, há espaço suficiente. Também ajuda ter o monitor instalado na horizontal.

Esta preocupação tem a ver com a dimensão não visível dos elementos mecânicos e electrónicos dos botões e do joystick, que ocupam um espaço considerável na parte de trás da área de jogo.

Outro aspecto a considerar é a retro-iluminação do painel de acrílico frontal, que referimos como “marquee”. Este painel terá uma decoração ainda a determinar mas a maior preocupação é de afastar a fonte de iluminação do painel, dado que iremos utilizar fitas de LED’s.

Nas fitas os LED’s estão espaçados mais ou menos a cada centímetro. Se colocarmos a fita muito próxima do painel, iremos ver cada um dos LED’s. Se a afastarmos ligeiramente a iluminação ficará bastante mais uniforme.

 

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Série 2 – Arcade – Painéis do Armário do Luís

Neste episódio, o Nuno e o Luís cortam os painéis para a arcade do Luís.

Começando pelo mockup que o Luís construiu em cartão, tiramos as medidas e transferimos o desenho para a madeira.

Cortamos os painéis à largura com uma serra circular a partir do painel o que simplifica os cortes seguintes. Colocámos uma guia para que o corte fique o mais direito possível, tendo em conta a distância que vai entre a serra de corte e a lateral da ferramenta.

Sugerimos que experimentem cortar primeiro uma sobra de madeira para não estragar a peça final. E lembrem-se, medir duas vezes, cortar uma. É também importante ter cuidado onde fazem o corte para não cortar algo que esteja numa superfície inferior.

Para as laterais usamos uma serra tico-tico que permite melhor precisão de recorte. Fazemos um corte mais grosseiro para separar as “duas metades” e depois cortamos com precisão junto à linha desenhada.

Após termos um dos painéis cortados, usamo-o como guia para cortar o segundo. Caso usem placa de MDF fina, neste caso a madeira é de 8mm, podem simplesmente unir as duas madeiras e cortar ao mesmo tempo.

Tendo os dois painéis cortados, acertamos os pequenos erros de corte com uma lixadeira eléctrica. Este passo também pode ser efectuado com ferramentas manuais, recorrendo a uma grosa para um acabamento grosso e lixa para finalizar.

No vídeo usamos uma lixadeira com aspecto mais profissional simplesmente porque a que temos de uso mais comum estava avariada.

Passamos ao corte dos restantes painéis que compõem a arcade, sendo que a medida de corte depende da largura do monitor, que neste caso são 26cm.

Para segurar o monitor usamos uma madeira como suporte interno, que dá uso ao método de fixação “VESA” que faz parte do monitor. De notar que obtivemos o centro da madeira para referência e não o centro do monitor. No caso do monitor utilizado, temos que utilizar uma broca de escarear pois o monitor tem uns pilares salientes da superfície.

De seguida demonstramos como é que o conjunto ficará montado, sendo que nesta fase ainda estão por cortar painel inferior e traseiro. Falta definir como vai ficar toda a parte traseira pois temos que posicionar a porta de forma a permitir o acesso aos diversos componentes internos.

 

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Série 2 – Arcade – Planos e protótipos

Neste primeiro episódio da série dedicada a arcades de mesa, vamos falar dos planos e protótipos. Apresentando com detalhe o que nos propomos construir e sobre o material necessário para o fazer.

O Luís e o Sérgio mostram o material que tem de se comprar já feito, desde a parte electrónica, aos botões e joysticks necessários, passando pelos monitores e outros pormenores.

Os botões e joystick podem ser comprados no eBay, tendo a noção que existem vários tipos e preços. A nossa escolha privilegiou os que nos dão uma experiência mais próxima de uma arcade real e que podem encontrar facilmente no eBay usando “Jamma Arcade Button” como frase de pesquisa.

De seguida podemos ver mais em detalhe o “cérebro” que o Luís vai utilizar na sua arcade e que se trata de uma board mini-ATX de baixo consumo. A escolha desta board resumiu-se a ser a que o Luís tinha “em stock” que tinha o menor consumo e que aquecia menos.

Dado que para correr os emuladores de consola não têm requisitos muito elevados, praticamente qualquer board que ainda funcione serve.

Depois assistimos ao processo de re-desenhar os planos da arcade do Sérgio, devido à diferença entre o tamanho do monitor que ele pretende utilizar e o monitor considerado nos planos iniciais. O Sérgio e o Nuno Correia redesenham então a arcade e montam um protótipo em cartão da mesma (semelhante ao que o Luís mostrou no prólogo).

Findo este episódio estamos prontos para começar a construir a sério.

Links para sites e artigos relevantes:

  • WeeCade – os planos da arcade na qual o Sérgio se vai basear

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Resumo da série 2.

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Série 2 – Arcade – Prólogo

Nova série, novo convidado, novo tema. Nesta nova série vamos construir máquinas arcade de mesa.

Para nós este é o concretizar um sonho da nossa adolescência. A grande maioria dos jovens da nossa geração passou inúmeras horas de volta das famosas máquinas de arcada, investindo pequenas fortunas (na realidade não, mas na altura parecia) em jogos tipo pacman, galaxian, mooncresta, metal slug.

A geração actual está habituada a ter as suas consolas, computadores e smartphones onde podem jogar todo o tipo de jogos a qualquer altura do dia ou noite, mas “no nosso tempo” tinhamos que juntar dinheiro, de preferência nas moedas certas que a máquina aceitava, e planear o nosso tempo por forma a maximizar o tempo disponível para estar em frente à máquina. Como diz o nosso convidado, o Sérgio, a experiência de jogar numa arcade é muito mais física e até visceral.

Nesta série vamos fazer as coisas de forma algo diferente: vamos construir duas máquinas. Uma delas, a do Sérgio, será adaptada dos planos do modelo WeeCade. A outra seguindo a inspiração e o desenho-conforme-vamos-construindo do Luís. Nenhum de nós construiu uma coisa destas antes e sobretudo, no caso da máquina do Luís, não temos certezas de que conseguiremos construir exactamente o que ele imagina, mas vamos mostrar o que conseguimos fazer e havemos de ter duas máquinas prontas a jogar no final!

Neste episódio o Luís fala-nos sobre a sua motivação e as ideias que tem para a sua arcade, apresentando já os protótipos que construiu previamente. De seguida apresenta-nos o Sérgio e conversa um pouco com ele sobre o que ele pretende na sua arcade e das diferenças que se esperam entre as duas máquinas.

Finalmente o Nuno Correia fala um pouco sobre as ferramentas a utilizar na construção e sobre os processos que pensamos utilizar para transformar as nossas ideias em máquinas de diversão reais!

Links para sites e artigos relevantes:

  • WeeCade – a arcade na qual o Sérgio se vai basear

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Resumo da série 2.